Mitologia nórdica

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Mitologia nórdica

Mensagem por Nienna em Dom Out 25, 2015 9:27 pm

Atendendo ao pedido do Neo, darei início ao tópico sobre os deuses e deusas da mitologia nórdica.
Nesse tópico estarão reunidas informações básica e gerais a cerca do assunto, em uma espécie de extensão do ritual rúnico que estamos dando início.

Bom, seguindo a ordem do que foi proposto aqui, iniciarei o tópico falando de Odin, Vili e Vé, responsáveis pela criação do nosso mundo.
Peço para que os demais participantes, leia acerca do tema e deem continuidade ao tópico, seguindo a ordem preestabelecida.

ODIN- Deus da sabedoria- Pai supremo- Líder do Aesir



De acordo com o livro Mistérios Nórdicos da autora Mirella Faur, Odin era conhecido por vários nomes:
Grimnir, o encapuzado; Gan glery, o andarilho; Har, o caolho; Svipal, o que mudava de forma; Fjolnir, o que se escondia; Sigfadhir, o pai das vitórias; Galdrfadhir, o pai das canções mágicas; Harbardr, o barbudo grisalho; Offlir, o estrangulador; Svafnir, o que adormecia os escolhidos; Hangatyr, o Deus dos enforcados; Valfadhir, o Pai dos caídos na batalha; Svithur, o sábio; entre outros. Recebendo características diferentes de acordo com o país onde era cultuado.

Apesar das divergências entre pesquisadores que acreditam ser cada um destes nomes um deus diferente, a grande maioria concorda que trata-se do mesmo arquétipo. Mais ou menos como Maria, que a depender do local de seu culto ou "aparição", recebe nomes diferentes como a Virgem de Fátima, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Luz e etc.

Obs. escreveu:Para fins de comparação aos pouco familiarizados a esse panteão, podemos dizer que o arquétipo em questão pode ser comparado grosseiramente ao de Zeus, da mitologia grega.


Saindo do modo didático e entrando no modo literário...

Do alto de Valhalla Odin observa os nove mundos. No campo de batalha seus guerreiros lutam e muitas vezes tombam, mas não há desgraça em perecer, a desgraça está em não lutar.  O pai de todos analisa e escolhe os companheiros com os quais compartilhará a glória de uma derradeira luta (Ragnarök) e o homem cujo o último suspiro é dado em meio ao mar de sangue que enxarca o seu corpo, fecha os olhos para Midgard e torna a abrí-los em Valhalla, onde ceiara ao lado daquele cujo nome carrega o simbolismo do ESPÌRITO

Voltando a modo didático.

VILI- Deus da emoção- (também conhecido como HOENIR)



Junto com Odin e Ve (que falarei adiante), foi o responsável pela criação do homem e da mulher, conferindo-lhes sentimentos. Contudo, em algumas bibliografias, como no livro Mistérios Nórdicos, ele é responsável por nos conceder o movimento e a capacidade mental (que compreende mais que apenas emoção)
Assim como Odin, Vili é um deus da terceira geração e seu nome significa VONTADE.

VE- ou Lodhur.

Este é o mais enigmático da tríade criadora de Midgard e da humanidade. Pouco se sabe a respeito do mesmo, sendo a única referencia a sua existência relacionada a criação.
Sabe-se que era, junto com Vili, irmão de Odin e que seu nome significa SAGRADO.

************************************

Como eu havia informado, esse tópico não tem a pretensão de ser um tratado sobre a mitologia nórdica, em vez disso sua proposta gira em torno da compreensão geral, um fomento inicial a pesquisas individuais e mais elaboradas.

Aguardo os demais...
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Re: Mitologia nórdica

Mensagem por Neo em Dom Out 25, 2015 9:39 pm

Nienna escreveu:Contudo, em algumas bibliografias, como no livro Mistérios Nórdicos, ele é responsável por nos conceder o movimento e a capacidade mental (que compreende mais que apenas emoção)
Assim como Odin, Vili é um deus da terceira geração e seu nome significa VONTADE.

O que faz bastante sentido, pois a alma, o movimento e a vontade estão intimamente ligados.
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Re: Mitologia nórdica

Mensagem por Neo em Ter Out 27, 2015 8:41 pm

Freya



É a deusa do sexo e da fertilidade, fora um dos presentes dos Vanir(deuses da natureza) aos Aesir(deuses da guerra) logo após o fim da guerra entre os dois clãs, servindo como o simbolo da paz entre as duas raças de deuses.

Tyr



Deus da guerra e da batalha, cuja mão fora arrancada pelo gigantesco lobo Fenrir.

Frigga



Esposa de Odin, deusa do casamento, das práticas manuais e da profecia.
Na Escandinávia, a constelação conhecida como "Constelação de Órion" é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando de Frigga. Em diversas passagens ela é representada fiando tecidos ou girando as nuvens.
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Re: Mitologia nórdica

Mensagem por Aarin Federleicht em Ter Out 27, 2015 10:33 pm

Loki



Deus da astucia, truques e artimanhas. Seus pais são Farbanti (do Nórdico Antigo: fulminador cruel), um Jotun reconhecido como responsável pelo aparecimento de fogo e associado às primeiras ideias de raio, e Laufey (geralmente traduzido como "cheio de folhas") ou Nál (que significa "agulha"), uma figura de origem e natureza incertas. A ideia é que ele foi gerado quando Farbanti lançou um raio sobre uma arvore, Nál, incendiando-a, assim, Loki é também o deus do fogo. Não é realmente um Vanir ou Aesir, mas vive com este segundo grupo. Com sua astucia, foi responsável por algumas conquistas dos deuses, como a confecção e recuperação do martelo de Thor, o Mjölnir, e a lança de Odin, a Gungnir. Tem os poderes de mudar de forma e se locomover com rapidez. É o pai (com Sigyn) de Narfi e Váli, assim como de Hela, Fenrir e Jörmungandr (com Angrboða) e Sleipnir (com Svadilfari). No ragnarok, comanda o exercito que se opõe aos Aesir.



Hella



Também chamada de Hel, filha de Loki com Angrboða, soberana de Helheim (localizado em Niflheim), o submundo nórdico, lugar para onde foi mandada por Odin que temia seu desenvolvimento e de seus dois irmãos. Pode ser facilmente reconhecida pois metade de seu corpo é normal, enquanto a outra parte está em decomposição. De maneira geral, não interfere diretamente nas disputas dos Aesir, mantendo uma posição neutra inclusive no Ragnarok, mas também não permite interferências em seu reino. Apesar de sua neutralidade, é dito que Loki, seu pai, comandará as hordas de Hel no Ragnarok, mas Hel também é o nome usado para se referir ao reino de Hella, assim como o Hades grego.


Balder



O deus da beleza, da luz, graciosidade, filho de Odin e Frigga e irmão gêmeo de Hoder. Conhecido especialmente por sua morte, um dos eventos chave do Ragnarok. Uma profecia foi feita que Balder morreria atingido por uma arma feita do visgo, atirada por Hoder. Em uma outra versão, Balder e Frigga têm sonhos constantes com sua morte e Odin cavalga até Helheim para invocar uma profetiza que lhe diga o que irá se passar. A profetiza diz, então, que Balder morrerá pela mão de Hoder e será vingado por Váli. Sua mãe então fez com que todas as coisas prometam jamais machucarem o filho, com exceção do visco considerado muito novo para fazer um juramento (em algumas versões considerado pouco importante). Sabendo disso, Loki prepara uma arma especial (uma lança ou uma flecha), e engana Hoder para que este a atire em Balder em um evento em que todos os outros Aesir se divertiam atirando flechas neste apenas para vê-las ricochetear. É esta ação que coloca definitivamente os Aesir contra Loki, causando sua prisão até o Ragnarok.
Em seu funeral, a esposa de Balder, Nanna, se atira à pira fúnebre para partir com seu amado para Helheim. Hermond, a pedido de Frigga, vai a Helheim pedir que Hella permita a volta de seu irmão ao mundo dos vivos que sentem pesadamente a perda de Balder, a qual responde que tamanho pesar deve ser provado: Balder poderia partir se todas as coisas, vivas e não vivas, chorassem por ele. Apenas uma pessoa não chorou, o próprio Loki.


Hoder



Irmão gêmeo de Balder, cego, envolto em escuridão. Enganado por Loki acaba causando a morte do irmão e sendo morto por Váli, filho de Odin, criado especialmente para esta vingança.


Forsetes



Forsetes é um Aesir, deus da justiça, do julgamento público e da conciliação. Seu nome significa “aquele que preside”. O salão sobre o qual preside e onde julga é chamado de Glitnir, que significa “brilhante”, tendo um teto de prata e colunas de ouro, e pode ser percebido à distância por seu brilho.
Sua aparição na Edda Poética é curta, ele é mencionado apenas na 15ª estrofe do Grímnismál onde Odin fala de seu salão e que o deus resolve todas as disputas. Na Edda em Prosa, Snorri Sturluson adiciona informações de que Forsetes seria filho de Balder e Nanna.
É dito que ninguém sai insatisfeito ou injustiçado de Glitnir.

P.S.: Tyr também é relacionado à justiça, mas, da minha percepção, entendo que ele representa muito melhor o senso pessoal e interno de justiça de um verdadeiro guerreiro, enquanto Forsetes se relaciona com a face pública e social da justiça. Li em pelo menos uma fonte a hipótese de que Forsetes seja uma hipóstase de Tyr. Essas, é claro, são suposições pessoais minhas.


Bragi



Um Aesir, patrono do poetas (skalds) e deus da eloquência. Marido de Idunn, possivelmente filho de Odin (informação dada como certa na Edda em Prosa) e da gigante Gunnlod. Era responsável, em diversas situações, por receber personalidades em alguns eventos, como foi o caso descrito no Lokasenna.
Alguns personagens reais da história escandinava tinham o nome de Bragi.


Nanna



Na Edda em prosa a única coisa que é dita sobre Nanna é que ela é filha de Nokkvi (sobre quem também não existe muita informação) e ela pode ou não ser a mesma figura que aparece em outros relatos, como a Edda em Prosa.
Na versão de Sturluson, Nanna é uma Aesir, esposa de Balder. Uma das oito a presidir o banquete dado em honra de Aegir. Quando seu marido é morto pelo irmão que segue as instruções de Loki, em desespero a deusa se atira em sua pira fúnebre, indo habitar os halls de Hella com Balder.


Sif



Uma Aegir, esposa do deus Thor. É associada à terra e à fertilidade da mesma, e seu nome significa “relação de casamento”. Conhecida por seus cabelos dourados teve participação indireta na criação do Mjolnir assim como de outros quatro itens divinos: Loki, em uma de suas travessuras, cortara o cabelo da deusa e, com isso, despertou a ira de Thor. Para apaziguar a ira do filho de Odin, Loki encomenda aos anões filhos de Ivaldi cabelos de fios de ouro assim como os outros itens.
Sendo esposa do deus dos raios que é também relacionado à abundância agrícola e ao ar/céu, e sendo relacionada à terra, é possível que Sif e seu marido sejam a representação do Hieros Gamos, o casamento sagrado entre o céu e a terra. Seus cabelos loiros são também relacionados aos campos amarelos de trigo.


Heimdall



Um Aesir, filho de Odin com nove mães irmãs da classe dos Jotun. Sua habitação é Himinbjörg, o castelo celestial, onde ele bebe bom hidromel e guarda a ponte Bifrost que conecta Midgard a Asgard. É dito que Heimdall precisa de menos tempo de sono que uma ave, tem uma visão extremamente apurada e uma audição tão fina que consegue ouvir a grama crescendo na terra assim como a lã crescendo nas ovelhas. Na Edda em Prosa é sua tarefa recuperar o Brísingamen, o colar de Freya, em uma luta contra Loki em que os dois estão transformados em focas.
No Ragnarok ele soará sua corneta/chifre, o Gjallarhorn, anunciando invasão dos gigantes a Asgard e a batalha final. No fim de tudo, ele e Loki se enfrentarão, matando um ao outro, enquanto o mundo imerge em chamas.


Ull



Um Aesir, descrito na Edda em Prosa como filho de Sif com um pai não mencionado e enteado de Thor. Não há muito sobre ele na Edda Poética, apenas algumas informações como a de que habitava um lugar chamado de Ydalir, que significa “vale dos teixos”. A madeira do teixo sendo uma favorita na fabricação de arcos, era também um tipo de kenning para a arma. Seu escudo é chamado de “barco de Ull” e o associa à pratica do esqui.
Outros trechos da Edda Poética ressaltam sua importância e falam de uma cerimônia de juramento a um anel de Ull. Um templo foi descoberto na Suécia em 2007, dedicado a Ull, onde haviam anéis, possivelmente uma referência à cerimônia de juramento.



Mímir



Mímir, cujo nome significa “aquele que se lembra” (o lembrador seria um termo mais exato, se alguém tiver um nome melhor eu edito), habitava, ou melhor, guardava o Mímisbrunnr (o poço de Mímir), um poço que se encontrava sob uma das três raízes da sagrada árvore Yggdrasil. É dito que as águas desse poço dão sabedoria imensa àqueles que dela bebem. Odin, sabendo disso, pede a Mímir que o deixe beber da água do poço, o que Mímir permite, desde que ele deixe um sacrifício: um de seus olhos. Odin então arranca um de seus olhos e o atira no poço e ganha de Mímir um chifre cheio de sua água.  Especula-se que também Heimdall teria deixado um de seus ouvidos como oferenda para ter acesso à sabedoria do poço.
Na guerra entre os Vanir e Aesir, Mímir foi enviado para o primeiro grupo em uma troca de reféns junto com Hoenir. Em todas as decisões que precisava tomar, Hoenir tomava conselhos com Mímir e, quando este não se encontrava por perto, respondia sempre “deixe que os outros decidam” quando alguma decisão lhe era pedida. Os Vanir, temendo terem sido enganados, arrancaram a cabeça de Mimir e a enviaram de volta para os Aesir. Odin recebeu a cabeça, a embalsamou e conservou com ervas, lançou encantamentos sobre ela que a fizeram reviver e, a partir de então, passou a consulta-la em todos os assuntos, aproveitando sua sabedoria.
Especula-se que Mímir possa ser um Jotun, tio de Odin, de quem este aprende nove poderosas canções mágicas.
P.S.: Algumas relações são interessantes como Mímameiðre e o bosque Hoddmímis com a própria Yggdrasil. A maneira como ele permeia a história dos mundos, o próprio fato de seu poço estar sob uma das raízes da Yggdrasil... Enfim, é uma figura muito interessante.


Última edição por Aarin Federleicht em Sab Abr 30, 2016 2:16 pm, editado 5 vez(es)

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Re: Mitologia nórdica

Mensagem por Aarin Federleicht em Sab Jan 30, 2016 12:47 am

Ymir



Ymir foi o primeiro gigante e também o primeiro ser que surgiu no universo na mitologia nórdica. No começo existiam os mundos de Niflheim, lugar de puro gelo e névoas onde estava a nascente Hvergelmir de onde surgiam os doze rios Élivágar; e Muspellheim, lugar de puro fogo de onde saim faíscas e chamas. Entre os dois, o abismo de Ginnungagap. Os Élivágar fluíam para o Ginnungagap e de suas pedras de veneno congelado subia uma nevoa que também congelava, criando camada após camada de geada. Quando esse gelo e o ar quente vindo do fogo de Muspelheim se encontraram, o gelo derreteu e, das gotas que caíram em Ginnungagap, se formou Ymir.
Do suor das axilas de Ymir, enquanto ele dormia, sugiram dois gigantes, um masculino e um feminino, e de seus pés surgiu mais um de seis cabeças. Segundo a Edda em Prosa, das gotas que criaram Ymir também surgiu a vaca Auðumbla que alimentava Ymir de seu leite e se alimentava lambendo o gelo salgado. É lambendo um desses blocos de gelo que Auðumbla descongela o gigante Búri, pai de Borr e avô de Odin, Vili e Vê.
Midgard foi criado a partir do corpo morto de Ymir por Odin, Vili e Vê. A inundação causada por seu sangue matou quase todos os Jotun daquela época e se transformou nos oceanos. De seus cabelos foram criadas as florestas, de seus músculos e ossos surgiram a terra e as montanhas, de seu cérebro foram criadas as nuvens e de seu crânio a abobada celeste. Os vermes encontrados nas carnes mortas de Ymir foram os primeiros quatro anões, cada um em um ponto cardeal sustentando o crânio de Ymir. De dois troncos de árvores os primeiros homem e mulher foram criados.



Thrym



O rei dos Jotun. Roubou o martelo de Thor, Mjölnir. Loki descobriu quem havia realizado a proeza e, tendo conversado com ele, voltou a Argard anunciando a condição para a devolução do artefato: Freyja deveria ser dada em casamento ao Jotun. Diante da justa negativa da pretendida noiva, os Aesir se reuniram para encontrar uma solução para o impasse. Heimdall lançou ideia de que Thor deveria se vestir de noiva, em disfarce, e enganar o gigante até ter seu martelo de volta.
Loki acompanhou Thor até Jotunheim para a cerimonia. Durante a festa, Trhym não desconfiou da noiva, mas ficou assustado com quantidade de comida que a mesma consumia. Loki disse-lhe que a noiva estava tão ansiosa para conhecê-lo que havia oito dias não comia. Ao tentar arrancar um beijo da noiva, O gigante deparou-se com um par de olhos flamejante de intensidade, que Loki logo atribuiu a oito noites insones pela ansiedade.
Finalmente, para honrar a noiva, Thrym demandou que Mjölnir fosse colocado em seu colo, como um presente. Assim que colocou as mãos em seu martelo, Thor matou todos os gigantes a seu alcance.

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Re: Mitologia nórdica

Mensagem por Neo em Ter Maio 10, 2016 1:59 pm

Recém agora vi os novos deuses adicionados, muito bom Aarin!
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Re: Mitologia nórdica

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