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Mensagem por Neo em Qua Nov 02, 2016 9:46 am

Malklord escreveu:
Nossa falhas são e devem ser combatidas, mas recitá-las ritualisticamente tem outro significado...

Discorra, por favor.
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Mensagem por Malklord em Qua Nov 02, 2016 11:16 am

Rsrs,

Digamos que uma coisa é você saber que tem problemas por se irritar demais com alguns comportamentos e que precisa desenvolver a compreensão, a tolerância e o respeito ao próximo,

Outra é trazer tal característica à tona com o peso consciente e inconsciente que um ritual proporciona. Digamos que um rito é canalização de energias racionais, emocionais e supra-racionais. É quase uma coerção ao ego a trabalhar naquela direção.

Portanto torna-se muito mais latente as dificuldades e a urgência de mudanças.

Espero ter esclarecido,

Saudações!

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Mensagem por Neo em Qua Nov 02, 2016 1:58 pm

Entendo, foi justamente essa a ideia, agilizar algumas mudanças, nos forçar a olhar em uma direção que dói e costumamos com frequência evitar.
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Mensagem por Aarin Federleicht em Sab Nov 05, 2016 12:27 am

Boa noite, pessoal Smile

Em primeiro lugar, muito obrigado a cada um pela experiência compartilhada. Foi um ano intenso, difícil, alegre... Eu poderia dizer, sem medo de errar, que vivi não apenas um ano nesse tempo, mas um vida inteira. As coisas que mudaram de lá pra cá foram muitas. Coisas externas como o curso da faculdade, coisas intimas que eu não saberia escrever nem caberia aqui. A cada mudança mais leve e mais ao centro de mim mesmo.

Quanto ao rito, a preparação foi um tanto laboriosa e divertida, me senti um artesão na confecção dos objetos.
As confissões... não foram tão fáceis. Eram sempre feitas logo após minhas disciplinas diárias, com uma boa concentração e uma visita aos esquemas e relatos dos ritos anteriores. Algumas visões que eu não havia compreendido no ritual em questão foram ficando claras durante esse processo. Não simplesmente assumir um pecado, mas entrar em contato com ele, as vezes foi complicado. Nos primeiros dias não anotei, mas percebi que assim que acabava esquecia qual tinha sido a confissão... truques do inconsciente.

O rito em si foi carregado com todo o cuidado dos oito dias anteriores, com toda a expectativa do ano passado. O ciclo se fechou, eu diria, com um pouco da força de Hagalaz, no mesmo dia em que algumas pessoas que se tornaram muito importantes pra mim tiveram que ir embora, na semana em que ficou decidida minha mudança de casa, entre outras finalizações e viradas. À medida em que o horário se aproximava fui sentindo o peso de mais um termino.
A execução foi tranquila desde o inicio. A meditação não teve muitas visões, apenas uma arvore sem folhas em que cada galho era uma runa... era impressionante pq não pareciam artificialmente formadas, eram bem naturais. O fundo de um céu alaranjado fazia com que ela parecesse estar em chamas. Depois disso uma menina que me pegava pela mão e me guiava em meio a uma floresta à noite, clara como se estivesse iluminada pela lua cheia por todos os lados, terminando em uma clareira, olhando para o céu. Então vieram as percepções: durante o ciclo, a distancia de tempo entre cada mundo fazia a experiência parecer fragmentada mas, durante a meditação, todo o ciclo parecia uma coisa só nos resultados do ultimo rito como se tivessem atingido seu pico ou ponto focal. E essa era a sensação, de estar no topo... Foi muito interessante essa visão do todo dos trabalhos. Descobri, por mais obvio que possa parecer, que ao fim de um ano eu tinha um set de runas, um pantáculo por fazer, alguns itens a mais, um bom pedaço de conhecimento novo, entre outras pérolas não materiais e de valor verdadeiramente inestimável. Aprendi coisas muito importantes nesse rito, especialmente com a quebra de concentração as vezes.

Para além disso, vocês. Me pareceu, sem exagero, a conclusão de uma aventura, como a de Bilbo "there and back again", e tão emocionante quanto. Grande pelos seus momentos épicos, sim, mas mais ainda pelos momentos de companheirismo, as conversas, o preparo, o estar juntos. As outras coisas tiveram suas justificativas nesses momentos e por isso sou muito grato.

Que venham as novas experiências para as quais nos preparamos, e que nós tenhamos sucesso no encontro com cada uma delas.

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Mensagem por Neo em Dom Nov 06, 2016 12:17 am

Sim que venham outras aventuras épicas! Smile
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Mensagem por Nienna em Ter Nov 22, 2016 9:29 pm

Bom, devo agradecer a todos também.

Com o fim desse ciclo de rituais, acho que nada mais justo que fazer um rapido balanço.

Não foi fácil. rsrs
Especialmente por ter durado tanto tempo. Mas aprendi comigo mesma neste meio tempo, aprendi onde erro e onde acerto, onde devo investir mais energia e o quanto sou negligente com algumas coisas.
Por fim, fui uma das pessoas que teve uma experiencia que foi além do ato de confeccionar runas e meditar sobre elas. E o aprendizado sobre meus queridos (e agora devidamente respeitados) demônios foi uma das principais joias desse trabalho.
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Mensagem por Neo em Dom Maio 13, 2018 12:18 pm

Ainda estamos estudando alguns textos e realizando os primeiros exercícios, mas creio que estejamos chegando no momento de começarmos a pensar no rito que será realizado na Primavera. Em junho começaremos os estudos relacionados à Astrologia, mais precisamente ao planeta Vênus que culminará no rito. As razões de começarmos por este planeta tem a ver com algumas tradições e por ser este o planeta regente da simpatia entre as coisas, que será necessário dominar para darmos seguimento.

Para este rito, entre outras coisas, utilizaremos um circulo mágico, que proponho que seja construído pelo grupo. A base deste circulo será a imagem abaixo. No lugar do tradicional pentagrama posto no em torno do circulo, coloquei o Sigilo Alternativo. Peço que cada um escolha um ponto cardeal e lhe atribua um nome divino para que seja posto na imagem, comentando as razões de ter escolhido este nome para aquele ponto específico e não outro. Se todos concordarem com a justificativa adiciono na imagem até que tenhamos o primeiro circulo completo, então partiremos para o segundo, assim até chegar no terceiro.

Rituais - Página 5 Circul11
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Mensagem por Nienna em Dom Maio 13, 2018 1:09 pm

Eu gostaria de adicionar o nome do norte. So peço que aguardem alguns dias e eu postarei aqui.
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Mensagem por Aarin Federleicht em Seg Set 17, 2018 7:24 pm

Gostaria de escolher o Sul e o nome Eheieh. O Sul é relacionado ao elemento fogo que, dos quatro elementos, é o mais etéreo representando a vontade, a imaterialidade e a elevação. Eheieh está relacionado a Kether e foi o nome usado por Deus para se identificar a Moisés na visão da sarça ardente do monte Horebe.

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Mensagem por Malklord em Sab Set 22, 2018 11:24 am

Saudações, escolho o Oeste, sob o nome de YHWH Elohim. O Oeste é o quadrante da água, elemento do meu signo, alem disso o Oeste remete à terra do poente, Avalon, A ilha dos imortais, também Atlântida. YHWH Elohim remete a força estruturante de Binah, o poder da restrição que dá origem à vida, um dos nomes de Binah, também é Marah, o grande Mar.

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Rituais - Página 5 Empty Jornada 2019-2020

Mensagem por Aarin Federleicht em Ter Abr 23, 2019 1:57 am

Rituais - Página 5 Roda_d11

Saudações, pessoal.

Gostaria de convidar a todos para mais uma aventura em conjunto aqui no fórum. Um pouco em cima da hora, talvez, um pouco de supetão. Mas assim são as aventuras: batem na nossa porta antes do amanhecer e encantam nossos pés estrada a fora. Sobre aqueles que queiram participar recai apenas uma exigência: tenham coragem. Confiem em seus guias e em seus pés.

Nossa nova aventura será a vivência de algo sobre o que já temos algumas informações em outros tópicos: A Roda do Ano Celta.
Serão nove festivais, cada um deles celebrado com um ritual específico, ao longo do período de um ano, sendo o primeiro deles no dia 01/05/2019 e o ultimo no dia 01/05/2020. Trabalharemos neste ciclo um dos caminhos caminhos iniciáticos dos celtas, o primeiro de três: o caminho do Bardo. Os Bardos, dentre os iniciados celtas, eram os responsáveis por memorizar e reproduzir as tradições de seu povo através das histórias, dos mitos, da poesia e da música.Seu treinamento, como não poderia deixar de ser, era intenso e durava anos. Assim sendo, não é nossa intenção formar iniciados nessa tradição nem conceder a quem quer que seja o título de Bardo. Pretendemos apenas compartilhar a experiência de um dos passos de nossas caminhadas pessoais, não à frente nem atrás uns dos outros, mas caminhando lado a lado.

Para tal, a preparação para nossa jornada se inicia, em realidade, neste próximo sábado, dia 27/04/2019 em um pequeno exercício/ritual de contação de histórias. Todas as instruções estarão nos tópicos seguintes, mas peço que, previamente, cada um dos que forem participar, anunciem neste tópico sua intenção e sua posição no circulo (instruções a seguir).

Lembrem-se: a Roda do Ano Celta é um ciclo agrícola de plantio, cultivo e colheita. A cada um cabe refletir sobre as condições do solo de nutrir determinadas culturas, de pensar naquilo que pretende plantar (de preferência visando o bem estar geral do grupo e da sociedade em que está inserido) bem como a responsabilidade pela colheita do que cultivou. Daí a coragem.

De início este ciclo está sendo idealizado por Neo e por mim, mas todos estão convidados a participar.
Sejam muito bem vindos Smile


Última edição por Aarin Federleicht em Ter Abr 23, 2019 4:14 am, editado 2 vez(es)

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Rituais - Página 5 Empty Primeira história do ciclo

Mensagem por Aarin Federleicht em Ter Abr 23, 2019 3:29 am

Rituais - Página 5 Foguei10

Nosso primeiro festival é o Samhain. Sugiro que leiam um pouco sobre ele no post referente à A Roda do Ano.

Antes da celebração do Samhain teremos um outro pequeno ritual/exercício de contração de história. Nosso exercício consistirá basicamente em assistirmos a uma história gravada em vídeo, cada um em sua respectiva casa, mas juntos em intenção e ao mesmo tempo, no dia 30/01/2019, terça-feira, às 23 horas (horário que pode ser negociado). Cada uma das celebrações do ciclo será precedido por uma história, variando o dia da semana em que será executada. Vamos aos detalhes:

  • Itens necessários:
    • Um vela que possa ser acessa em todos rituais do ciclo, pode ser uma de sete dias.
    • Um aparelho capaz de reproduzir audio/vídeo.
    • Uma boa capacidade de visualização.
    • Uma bússola ou algo que valha (existem bons aplicativos de celular para isso).
    • O seguinte áudio com a primeira história narrada: Arrow Conto de Inverno


  • Escolham um lugar no circulo e se atenham a ele. Cada um deve escolher um lugar, de preferencia sem repetições, e anunciar aqui no tópico para que todos saibam:

Rituais - Página 5 Rosa_d11

  • Método:
    • Se possível, antes do horário marcado tente se isolar um pouco de estímulos muito excitantes (televisão, música, atividades de trabalho, etc.), relaxar um pouco em corpo e mente. Tomar um banho relaxante e se aquietar um pouco ajuda. No horário marcado, em um comodo escuro, sente-se na posição escolhida e visualize com tanta clareza quanto conseguir um circulo luminoso ao seu redor. Posicione a vela no centro do circulo, volte sua mente para o fórum e seus participantes, acenda a vela e recite O Pacto. Ouça a história com ou sem fone, concentrando-se o melhor possível, imaginando cada cena com tanta clareza quanto puder. Ao fim da história tome um instante para refletir sobre ela, um ou dois minutos para garantir que todos terminaram a reprodução. Apague a vela, desfaçam o circulo e guarde a vela e para a próxima história.




Última edição por Aarin Federleicht em Ter Abr 30, 2019 10:34 pm, editado 4 vez(es)

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Rituais - Página 5 Empty Ritual de Samhain

Mensagem por Aarin Federleicht em Ter Abr 23, 2019 4:09 am

SAMHAIN
1 de Maio de 2019


  • Materiais:
    • Pingente de madeira (pode ser feito a partir de um graveto)
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • 3 ervas de saturno
    • Vareta de incenso de uma das ervas de saturno
    • Caldeirão com água
    • Tecido preto
    • Recipiente para fogo
    • 4 pedras pretas
    • Agulha fina
    • Tecido para cobrir o pingente
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • Duas velas pretas
    • Folhas de Louro
    • Roupas brancas
    • Áudio com a meditação

  • Indicação de estudo:
    • Ler sobre o deus Dagda
    • Ler sobre as árvores (Bétula (beth) e Sorveira (luis)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.


Altar: O Altar será montado sobre um tecido preto no qual será posto duas velas pretas uma em cada canto da parte superior, entre elas uma vareta de incenso, quatro pedras pretas uma em cada canto do tecido, um recipiente com fogo será posto no centro e um caldeirão com água será posto logo abaixo. Ao lado do recipiente com fogo, do lado direito se colocará o pingente sobre uma folha e no lado esquerdo os dois gravetos sobre outra folha.

Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas de saturno. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento, em nome dos Guardiões das Quatro Torres dou início a esta Roda do Ano! Neste momento em nome da força divina dou início ao rito do Samhain! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento o pingente deverá ser marcado com a palavra Baird escrito no alfabeto oghamico, deixando espaço para que os dois outros caminhos possam ser marcados futuramente.

Rituais - Página 5 Bard11

Parte 3:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Beth (B) e a outra com a letra Luis (L).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 4:
Realiza-se a meditação e depois se retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Retire o pingente do caldeirão, enxugue e deposite na folha da direita, pingue uma gota de sangue e um pouco do óleo escolhido e unte o pingente, Enquanto unta o pingente diga:

Este pingente de madeira é o símbolo do meu compromisso com o caminho do bardo e por isso o consagro com meu próprio sangue para que ele seja uma parte minha e eu uma parte dele.
Eu consagro este pingente em nome de DAGDA, que ele soe sua música através deste pingente e me conduza pelo caminho mágico dos bardos para que me seja permitido conhecer os mistérios dos Druidas!
Que Assim Seja!

Cubra o pingente com o tecido reservado para isso, toque o sino e se despeça das divindades dizendo:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar e coloque o pingente em um cordão, utilize-o durante o dia e durante a noite coloque-o em seu altar pessoal.


Última edição por Aarin Federleicht em Qua Maio 01, 2019 3:35 pm, editado 5 vez(es)

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Mensagem por Aarin Federleicht em Ter Abr 23, 2019 4:15 am

Bom, eu pretendo participar Smile
Meu lugar no círculo será o Oeste.

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Mensagem por Neo em Ter Abr 23, 2019 12:01 pm

E lá vamos nós de novo.
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Mensagem por Neo em Ter Abr 30, 2019 10:52 pm

Escolho o norte.
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Mensagem por Aarin Federleicht em Sex Jun 21, 2019 12:13 pm

YULE
21 de Junho de 2019 (a ser realizado dia 23/06/2019)


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Um galho grosso ou pequeno tronco
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas de Júpiter
    • Caldeirão com água
    • Tecido branco
    • Recipiente para fogo
    • Pedras brancas e azuis (à vontade)
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • velas brancas
    • Roupas brancas
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de Estudos:
    • Ler sobre as árvores (alnus (fern) e salgueiro (sail)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre o deus Lugh, do nascimento às conquistas


Altar: O Altar será montado sobre um tecido branco. Nos cantos superiores serão postas as velas brancas e uma vareta de incenso entre elas. Gravetos secos e folhas velhas devem ser espalhados sobre o tecido junto com as pedras brancas e azuis. No centro, abaixo da vareta de incenso, deve ser posto um pequeno galho mais grosso, simulando um tronco, ou uma casca de arvore, a depender da possibilidade de cada um, sobre o qual será fixada uma vela azul a ser acesa mais a frente no ritual. Abaixo da vela azul, um caldeirão com água. Dos lados direito e esquerdo serão postas folhas com os gravetos que serão marcados com Ogham.

Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas de saturno. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Yule! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Fern (v) e a outra com a letra Sail (s).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 4:
Acende-se a vela azul central e realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
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Mensagem por Aarin Federleicht em Qui Ago 01, 2019 8:35 am

Imbolc
01 de Agosto de 2019 (a ser realizado dia 02/08/2019)


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas de Mercúrio
    • Caldeirão com água
    • Tecido branco
    • Sementes férteis (feijão e coisas do tipo servem)
    • Uma taça com leite e alguma coisa branca para cobri-la (um tecido ou guardanapo de papel)
    • Cruz de Brighid (pode ser feita com material vegetal ou o que estiver disponível, como papel).
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • 5 velas brancas
    • Roupas brancas
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de Estudos:
    • Ler sobre as árvores (Espinheiro Branco (uath) e freixo (nion)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre Brighid e os próprios Ogma e Ogmios


Altar: O Altar será montado sobre um tecido branco. Nos cantos serão postas as velas brancas. As sementes devem ser espalhados sobre o tecido. Na região central do tecido devem ser postas, de cima para baixo, na direção do magista, os seguintes itens: o caldeirão com água com sua abertura descoberta; a taça com leite com sua tampa coberta; a cruz de Brighid sobre a qual deve estar acesa a quinta vela. De cada lado do caldeirão devem ser postas as folhas de arvore sobre as quais devem repousas os galhos a serem marcados com Ogham. Os outros itens (incenso, áthame, baqueta...) devem ser organizados de acordo com o espaço disponível e preferência do magista.

Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas de saturno. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Yule! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra nion (n) e a outra com a letra uath (h).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 4:
Realiza-se a meditação e depois unta-se com o óleo e deposita as duas sobre as respectivas folhas. Realizando então o encerramento.

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Cada uma das velas deve ser colocada em um comodo da casa, em lugar seguro, e deixada até terminar de queimar. Se houver mais cômodos que velas, acenda novas a partir da vela que esteve sobre a cruz de Brighid.

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Mensagem por Aarin Federleicht em Qui Set 19, 2019 7:41 pm

OSTARA
21 de Setembro de 2019


  • Materiais:

    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Gravetos menores para fazer um ninho
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas da Lua
    • Tecido branco
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • 2 Velas brancas
    • 3 ovos pintados com cores diferentes
    • Flores
    • Roupas brancas
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de Estudos:

    • Ler sobre as árvores (Carvalho (Dair) e Azevinho (Tinne)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre a deusa Eostre.


Altar: O altar deve ser montado sobre um tecido branco contornado por flores, no centro um ninho de gravetos com os 3 ovos. Os gravetos do Ogham devem ser postos sobre folhas como nos ritos anteriores. E na parte superior deve ser posto uma vela à direita e outra à esquerda.

Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de banimento. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Ostara! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Dair (D) e a outra com a letra Tinne (T).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 4:
Acende-se a vela azul central e realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar.

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Mensagem por Aarin Federleicht em Sex Nov 01, 2019 10:58 pm

Beltane
31 de Outubro de 2019 (a ser realizado dia 03/11/2019)


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Um galho e uma base para deixá-lo ereto
    • Fita ou tira de pano macio de uma cor que lhe chame atenção no momento e que dê para envolver o galho.
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas de Vênus (podem ser rosas)
    • Caldeirão com água
    • Tecido vermelho (ou fisicamente branco com uma boa capacidade de visualização)
    • Duas lamparinas caseiras ou pequenas piras (ou velas vermelhas, caso não seja possível o uso da lamparina). [https://www.youtube.com/watch?v=1BExAC4G-KY]
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • Quatro velas brancas (de preferência pequenas, cuidado com todo esse fogo)
    • Roupas brancas
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de Estudos:
    • Ler sobre as árvores (avelaneira (coll) e macieria (ceirt)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre os deuses Cernunnos e Aíne.


Altar: O Altar será montado sobre um tecido vermelho. Nos cantos do altar serão colocadas as velas brancas. Na parte superior do altar, entre as velas brancas, deve ser posta a vareta de incenso. No centro do altar, como de costume, deve ser posto o caldeirão. De cada lado do caldeirão devem estar as folhas de arvores com os gravetos a serem marcados. Abaixo do caldeirão devem estar as duas lamparinas acesas e, entre elas, o galho envolto na fita colorida. O resto do altar pode ser usado para depositar os instrumentos a pessoais do magista.

Rituais - Página 5 Altar10

Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com o incenso de Vênus. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Beltane! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Coll (C) e a outra com a letra Ceirt (Q).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 4:
Realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre as folhas. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar.

Guarde o galho usado no centro do altar (pode ser usado depois) ou enterre-o aos pés de uma arvore forte.

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Mensagem por Aarin Federleicht em Qui Dez 19, 2019 12:53 pm

LITHA
21 de Dezembro de 2019 (a ser realizado dia 23/12/2019)


Obs.: O ritual foi mantido tão simples quanto possível para dar tempo a quem quiser realizar a parte opcional.

  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Uma corda branca, barbante entrelaçado, algodão ou alguma coisa que faça o mesmo efeito.
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas Solar (pode ser camomila, por exemplo)
    • Caldeirão com água
    • Tecido amarelo de preferência, branco ou laranja alternativamente
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • velas brancas
    • Roupas brancas
    • Opcional: itens para fazer um amuleto com as técnicas de sua preferência, ou consagrar um instrumento mágico ou fortalecer algum item. Dê preferência à egrégora trabalhada.
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de preliminares:
    • Nos próximos dias prestem tanta atenção quanto possível (sem se estressar com isso), às suas ações. Por questões absolutamente compreensíveis nós autotomizamos muitas das ações cotidianas, mas vamos tentar ter atenção ao que fazemos e ao proposito de estar fazendo tais coisas, colocando intenção focada em cada ação. Se necessário declarem mentalmente a intenção do que estão fazendo e descrevam os passos necessários para realizar uma tarefa como, por exemplo, comer, tomar banho, se deslocar de um ponto a outro da cidade... e mantenham ao menos parte a atenção focada na tarefa até completá-la. Ex.: agora estou indo para o trabalho, para tal vou pegar tal transporte.
    • Ler sobre as plantas (videira (muin) e hera (gort)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre o deus Belenus


Altar: O Altar será montado sobre um tecido Amarelo. Nos cantos serão postas as velas brancas, no topo uma vareta de incenso. No centro deve ficar o caldeirão e, ao redor dele, façam um circulo fechado com a corda ou outro material branco. Ao lado do caldeirão devem ficar as folhas de arvore e as varetas para o Ogham. Abaixo do caldeirão, o item a ser fabricado ou fortalecido (o x vermelho no esquema da imagem).
Rituais - Página 5 Altar11



Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas solares. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Litha! Neste momento em nome dos antigos deuses eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Muin (m) e a outra com a letra Gort (g).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.


Parte 3 (opcional):
Consagramos o amuleto ou instrumento.


Parte 4:
Realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar.

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Mensagem por Aarin Federleicht em Qua Jan 22, 2020 2:07 am

LUGHNASADH
02 de Fevereiro de 2020 (a ser realizado dia 03/02/2020)


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de uma das ervas de Marte
    • Caldeirão com água
    • Tecido branco
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • 2 velas pretas
    • Roupas brancas
    • Bolo/Pão
    • Frutas frescas
    • Ramas de trigo
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de preliminares:
    • Ler sobre as árvores (Cana ou reed (nGéadal) e Abrunheiro (Starif)) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Pesquisar sobre Lugh, sua história e vida, lutas, habilidades e características
    • Pesquisar sobre Tailtiu.
    • Pesquisar sobre o festíval de Lughnasadh.
    • Observar as nuvens sempre que possível, especialmente quando estiver em lugares altos. Observem como se movem, se expandem, se encontram, criam formas e mudam. Deixe sua mente vagar, se esvaziar e ser preenchida pelas mudanças das nuvens, projetar formas...


Altar: O altar deve ser montado sobre um tecido branco. Nos cantos superiores coloque as velas pretas. No centro devem estar o caldeirão (ao centro), as folhas com os gravetos a serem marcados com o Ogham (dos lados do caldeirão). Na parte de baixo, mais próxima ao magista, deve estar uma(s) cesta(s) com pão ou pedaços de bolo, de preferência feitos pelo próprio magista; ramos de trigo e frutas frescas..
Rituais - Página 5 Altar_11



Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas solares. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito de Lughnasadh! Neste momento em nome dos antigos deuses, em nome de Lugh e Tailtiu eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra nGéadal (Ng/Nh) e a outra com a letra Straif (Z).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 3:
Tome um momento para contar para si mesmo a versão mais atual da sua história de vida. Pode ser em voz alta, se estiver sozinho, ou em silêncio, caso não se sinta confortável ou esteja acompanhado. Pode tomar o tempo que for necessário, mas não apenas pense em imagens e tópicos, conte para você mesmo ou imagine um diálogo em que conte sua vida até este ponto.
Para maiores referências e detalhes:Como Contar Sua História

Parte 4:
Realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar. Quanto ao bolo/pães, coma e compartilhe. Quanto às frutas, coma também, mas deixe uma de cada tipo de que escolher em um jardim ou local arborizado.

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Mensagem por Aarin Federleicht em Sex Mar 20, 2020 3:34 pm

MABON
20 de Março de 2020 (a ser realizado dia 22/03/2020)



Reflexões
Chegamos ao penúltimo Festival do ciclo, segunda colheita. Agora celebramos deuses relacionados à juventude eterna. Pode parecer contraditório uma vez que, a partir do equinócio, o inverno se aproxima e a natureza declina (em lugares mais distantes do equador Laughing ), mas devemos lembrar que passamos a primavera e verão lutando ativamente pela transformação, trabalhando, exaurindo nossas forças em direção a um projeto de mudança, de manifestação daquilo que acreditamos precisar. Devemos lembrar que o reino da manifestação é também o reino da finitude, e atirar-se na vida manifesta é caminhar, de fato, no reino da morte, pois o que é a morte se não a mudança?
Agora que nos aproximamos de um vislumbre da morte da natureza, façamos o exercício contrário: aquietemo-nos. Sejamos como o tronco da arvore que mantem a vida enquanto dá seus frutos maduros e observa as folhas velhas caírem. Vamos buscar aquilo que é constante em nós, aquilo que é eterno, aquilo que é estável. Vamos deixar que as mudanças pelas quais lutamos aconteçam, percebendo como acontecem, com as alegrias e dores deste momento. Vamos nos tornar jovens verdadeiramente, em nosso mais intimo, enquanto aquilo que é supérfluo decai.


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Dois Gravetos para o Ogham
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Duas folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de sal grosso.
    • Caldeirão com água
    • Tecido branco
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • Velas pretas
    • Roupas brancas
    • Um cesto ou recipiente que equivalha e caiba no altar.
    • Seu sigilo mágico.
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de preliminares:
    • Ler sobre as árvores Sabugueiro (Ruis) e Abies concolor (Ailm) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre o deus Mabon, Maponos, Madron.


Altar: O altar deve ser montado sobre um tecido branco. Nos cantos superiores coloque as velas pretas e, entre elas, o incenso. Abaixo devem estar o caldeirão (ao centro), as folhas com os gravetos a serem marcados com o ogham (dos lados do caldeirão). Na parte de baixo, mais próxima ao magista, deve estar uma cesta vazia onde. O altar ficará limpo e as folhas devem ser espalhadas no círculo onde o magista executará o ritual. Após as evocações o magista deve preencher a cesta com conteúdos da sua mente: encham-na com tudo aquilo que foi colhido durante o ciclo deste ano (conquistas, descobertas, aprendizados, desejos, facetas próprias descobertas…), tudo aquilo que foi colhido e que agora faz parte de você a partir do exercício de transformação que é performar a roda do ano. Nada se perde, tudo se transforma. Que possamos aprender com nossa própria experiência. Se por acaso o magista precisar preencher a cesta fisicamente, utilize objetos que representem essa colheita abstrata, mas tenham claro em suas mentes o que cada objeto representa. O objetivo é a abstração, não a indefinição.
Rituais - Página 5 Altar_10



Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas e Saturno. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Mabon! Neste momento em nome dos antigos deuses, em nome de Mabon ap Madron, eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as duas varetas oghamicas, uma com a letra Ruis (R) e a outra com a letra Ailm (A).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 3:
Realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes, agora me despeço para que possam partir. Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!
Realiza-se um banimento.
Espere as velas acabarem de queimar.


Última edição por Aarin Federleicht em Sab Maio 02, 2020 9:19 pm, editado 4 vez(es)

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Mensagem por Aarin Federleicht em Qua Abr 22, 2020 9:15 pm

SAMHAIN
01 de Maio de 2020 (a ser realizado dia 02/05/2020)



[list][*]Preparações dos Dias Anteriores:
Como tudo que começa deve terminar, chegamos agora ao festival a ultima colheita, Samhain. Iniciamos a jornada, ano passado, de preparar o solo, plantar nossos sonhos, cultivá-los sob sol e chuva, e agora colhemos seus derradeiros frutos, os mais maduros, quem sabe os mais doces?
O que plantamos no ano passado foi a nós mesmos. Por um processo de estaquia, tomamos emprestado um galho de árvore, o marcamos com o nome de Bardo e o plantamos em nossas vidas. Através de 8 ritos alimentamos juntos a ideia e o desejo de aprender mais sobre o que é um Bardo. Para tanto, cultivamos o Ogham, um sistema de escrita em que cada letra é uma folha de árvore que, com sua suas nervuras especificas, forma padrões únicos. O que cultivamos neste ciclo de transformações foram os caracteres de nossa expressão. Nos predemos ao eixo que a pratica nos deu, nos tronamos troncos fortes e, por nove dias, produzimos as folhas que nos permitem falar, escrever, ler e ouvir.
No Mabon vos pedi que se imaginassem como a árvore que mantem seu tronco firme e vivo enquanto suas folhas caem ao redor. As folhas terminaram de cair, cada uma carrega em si as marcas de sua origem, é hora de entregá-las ao vento e deixar que contem sua história.
Durante dos nove oito dias que antecedem o ritual, tornando o dia de sua execução o nono dia e práticas, peço a cada um dos que pretendem participar desde ritual que mantenham algumas praticas pessoais. Nada é obrigatório, mas cada elemento serve ao foco do ritual. Peço que as três primeiras sejam realizadas com regularidade:
  1. Monte o altar de acordo às instruções mais abaixo, inclusive com as varetas que serão consagradas no Samhain.
  2. Realize um banimento no ambiente e sempre que achar necessário nos dias seguintes. Se puder manter um comodo reservado apenas para as praticas, ótimo, se não, use o circulo mágico através da visualização.
  3. Se possível, no mesmo horário da execução do ritual durante os oito dias, tome um banho relaxante (com água consagrada, de preferencia), dirija-se ao altar e tome um momento para entrar em contato mágico com as varetas de Ogham. Se necessário, faça alguns exercícios de respiração/concentração e, quando se sentir seguro, volte sua atenção para o set de varetas, focando todas de uma vez e nenhuma em particular, sem forçar, apenas estando consciente delas e deixando que essa consciência sem luta se torne, aos poucos, constante. Deixe as sensações fluírem, não lute, apenas observe mantendo a atenção voltada calmamente para o Ogham. A depender da disponibilidade de cada um, o exercício pode durar até 30 minutos.
  4. Durante o período que precede o ritual, tente manter a mente o mais livre possível, com poucos estímulos fortes, pouca coisa além do necessário do dia-a-dia. Diminua o ritmo, os ruídos artificiais e musicas, o consumo de informações... Dê preferencia, se for manter contato com esse tipo de estimulo, a coisas voltadas para a egrégora e/ou conteúdos a cerca da espiritualidade, da natureza e potencialidades dos planos mais sutis que o nosso.
  5. Dê atenção a si mesmo, àquilo que se passa em sua mente, em suas emoções, em seu cotidiano, ao seu redor. Na pratica do silêncio tente perceber tudo o que se manifesta em sua vida, dos fenômenos internos àqueles que se dão ao seu redor. No trabalho espiritual, tendemos a esquecer que também somos espíritos e que também manifestamos nossa realidade através de nossas percepções e interpretações. O Samhain é o momento em que a barreira entre os mundos está mais fraca. Vamos ouvir o que nosso espirito tem a dizer sem interferir, julgar, banir, esconder ou negar. Vamos fazer uso de nossos caracteres de expressão.
  6. Preste atenção e, se possível, anote ou crie um log (video, audio, bloco de notas...) dos seus sonhos. De preferência faça isso logo ao acordar. Quanto mais anotamos, mais fácil se torna lembrar dos sonhos que temos.
  7. Abstenham-se de coisas que alteram a consciência, como o álcool.

O objetivo destes exercícios é purificar, calar e perceber. Quem quiser acrescentar algumas prática, fique à vontade. Quem não se sentir à vontade com alguma, uma pena, mas não se sinta pressionado ou culpado. Se chegamos até aqui, esses exercícios estão dentro de nossas habilidades (visualização, contato mágico, contato e ancoragem de egrégora, limpeza e proteção de ambiente, disciplinas física e mental...), e seu uso nos ajuda a executar bem o trabalho.


  • Materiais:
    • Sino
    • Baqueta
    • Quatro Gravetos para o Ogham
    • Óleo de alguma das árvores sagradas
    • Quatro folhas de uma árvore da sua escolha
    • Algo para marcar a madeira
    • Vareta de incenso de alguma erva de saturno.
    • Caldeirão com água
    • Tecido branco
    • Conjunto de pedras para formar um círculo que caiba você e o altar
    • Velas pretas
    • Roupas brancas
    • Seu sigilo mágico.
    • Áudio com a meditação


  • Indicações de preliminares:
    • Ler sobre as árvores Tojo (Onn), Queiró (Úr), Populus (Eadhandh) e Teixo (Iodhadh) que se relacionam com as letras oghamicas que serão trabalhadas neste rito, tanto informações botânicas (propriedades, tipo de folha, caule, raiz, etc) quanto informações místicas.
    • Ler sobre as divindades Ogama, Morrigan e Manannán Mac Lir. Sobre o plano astral e sobre os modos de expressão dos espíritos.


Altar: O altar deve ser estar o mais limpo e livre possível. O ideal era que, nesse rito, ele estivesse apenas com os elementos básicos sem adições. Caso não seja possível, darei dois arranjos possíveis a serem usados:
  1. O altar deve ser montado sobre um tecido branco. Nos cantos superiores coloque as velas pretas e, entre elas, o incenso. Abaixo devem estar o caldeirão (ao centro) e as folhas com os gravetos a serem marcados com o Ogham (já marcadas para as práticas dos oito dias). No mais, devem estar, como de costume, os instrumentos do magista dispostos de acordo com seu uso habitual. Fora do altar, as varetas dos rituais anteriores devem ser organizadas ao redor do magista em um círculo pequeno, de modo que aquelas que estão no altar sejam o fechamento do circulo. O tamanho deve ser suficiente para que o magista possa sentar, meditar e executar o ritual e menor, é claro, que o circulo e pedras usual. Quando for colocar seu talismã do Bardo no altar, coloque-o entre as varetas a serem consagradas, fechando de fato o circulo.
  2. O altar deve ser montado sobre um tecido branco. Nos cantos superiores coloque as velas pretas e, entre elas, o incenso. Abaixo devem estar o caldeirão e, abaixo dele, as folhas com os gravetos a serem marcados com o Ogham (já marcadas para as práticas dos oito dias). Abaixo das folhas deve estar o sigilo pessoal do magista cercado pelas varetas produzidas nos rituais anteriores. Sobre o sigilo deve ser guardado o talismã do Bardo sempre que formos meditar e dormir.

Rituais - Página 5 Altar_13 Rituais - Página 5 Altar_12



Metodologia

Parte 1:
O magista deve estar vestido de branco. Primeiramente deve-se fazer uma limpeza física no ambiente seguido de uma defumação com as ervas e Saturno. Logo em seguida deverá ser feito um circulo de pedras que englobe tanto o magista quanto o altar. O sino deve ser então tocado para os quatro pontos cardeais seguido da invocação (com a baqueta) dos quatro elementais.

Para o Norte: Guardiões das Torres do Norte, vinde a nós Gnomos!
Para o Leste: Guardiões das Torres do Leste, vinde a nós Silfos!
Para o Sul: Guardiões das Torres do Sul, vinde a nós Salamandras!
Para o Oeste: Guardiões das Torres do Oeste, vinde a nós Ondinas!

O magista deve então soltar sua baqueta e realizar os quatro signos de poder voltando-se para os quatro pontos cardeais de forma sequencial como uma coreografia única enquanto repete o nome de cada elemento em Gaélico.:

Clique para ouvir:


Rituais - Página 5 Posizz10

Pegando novamente a baqueta dirá as seguintes chaves:

EL+ADONAI+IAH+AGLA+ELOHA+ELIHON+ELOHIM+IEOHVAH+
IEAHVEH+EHEIEH+IEVE+IOSHUA+HASHEM+IAOHU+
TETRAGRAMMATON

(Repita essa sequência de chaves quantas vezes achar necessário)

Neste momento em nome dos guardiões das quatro torres e da força divina dou início ao rito do Samhain! Neste momento em nome dos antigos deuses, em nome de Ogma, Morrigan e Manannán Mac Lir, eu solicito, mais uma vez, minha entrada no Caminho do Bardo! Em nome dos Gnomos que me seja concedida esta riqueza! Em nome dos Silfos que me seja concedida esta Ciência! Em nome das Salamandras que me seja concedido este poder! Em nome das Ondinas que me seja permitido compreender! Que assim seja!

Parte 2:
Neste momento se marcam as quatro varetas oghamicas, uma com a letra Onn (O), Úr (U), Eadhadh (E) e a outra com a letra Iodhadh (I).

Rituais - Página 5 Ogham212

Logo em seguida se coloca as varetas no caldeirão.

Parte 3:
Realiza-se a meditação. Depois, retira as varetas e unta-se com o óleo e deposita as duas sobre a folha da esquerda. Realizando então o encerramento:

Agradeço aos guardiões das quatro torres e as divindades que estiveram aqui presentes,. Agradeço aos Druidas, Ovates e Bardos que sustentaram e sustentam esta tradição, que nos permitiram adentrar estes conhecimentos e nos guiaram nos caminhos da roda das estações. Agradeço aos círculos dos Celtas, sem começo e sem fim, perpetuamente se expandindo através do cosmos. Feliz encontro, feliz partida, e feliz encontro novamente.
Em nome de ADONAI, o eterno e perpétuo, que cada um de vós retorne aos vossos lugares, que haja paz entre nós e vós e estai prontos para virdes quando fordes chamados! Que Assim Seja!

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Mensagem por Aarin Federleicht em Seg Maio 04, 2020 1:40 am

Olá pessoal Smile
Sobre essa roda do ano...

Primeiro, muito obrigado a quem participou em algum momento dos ritos aqui postados e, de antemão, obrigado a quem vier a participar um dia. Bem vindos.
Obrigado especialmente ao Neo, que não apareceu nas postagens, mas foi quem direcionou a composição delas, quem deu estrutura. A proposta do trabalho chegou a nós dois ao mesmo tempo, uma grata surpresa compartilhada.

É difícil resumir o que foi a roda desse ano, mas posso dizer que foi um ano de muito trabalho. Trabalho em pensar os rituais e executar, é claro, mas ainda mais em estar atento e com o intento em mente durante o período. Eu diria que nada no que foi feito nesse tempo esteve fora do propósito, das coisas corriqueiras às planejadas, das sublimes às mundanas, tudo esteve pautado num firme exercício e coragem de mergulhar nas escolhas de terreno, sementes, emprego de esforços, cuidado e colheita.

Dos rituais, o Samhain de fechamento talvez tenha exigido a maior preparação apesar de ter sido provavelmente o mais simples em estrutura. Não estou na minha cidade, não trouxe meus apetrechos pois imaginei que logo voltaria para casa e o momento do mundo é turbulento. As semanas que antecederam o ritual foram de estudos, exercícios e práticas preparatórias. O trabalho exigiu, graças a Deus, o que eu tinha para dar (ao menos acredito XD).

O rito em si, como eu esperava que acontecesse, foi o ápice de um processo. Há algum tempo, em um trabalho na egrégora celta que me marcou muito, cheguei a ter visões de um lugar e receber alguns aprendizados. Durante os 9 dias de preparação comum, busquei novamente me conectar àquele lugar e àqueles seres. Com a proximidade do rito passei a sentir, confesso que com alguma surpresa, novamente a proximidade com aquele lugar e a segurança característica que ele me passou da outra vez, de forma leve, com amplo espaço para a minha própria atuação.
O dia do rito foi muito desafiador.
Passados os perrengues, a execução foi tranquila, uma continuação e aprofundamentos dos exercícios dos dias anteriores. Os instrumentos que eu tinha comigo me serviram de forma harmoniosa, reflexo da diligência com que foram confeccionados. Durante a meditação, uma sensação de imensa calma caiu sobre mim e, em um determinado momento, senti de forma quase palpável a presença dos outros membros do fórum. Ao fim do rito me sentia eufórico, vigoroso, e foi difícil me despedir e encerrar. Meu quarto, em uma repetição de outro fenômeno que já experimentei, ainda era meu quarto aos olhos físicos, mas parecia ao mesmo tempo muito mais que aquele espaço, e com mais presenças, apesar de eu estar sozinho.

Nosso esforço foi em colocarmos os pés no caminho do Bardo. Buscamos através das musicas, dos textos, das vivencias e da visita à história dos povos Celtas, refletir sobre as histórias que contamos sobre nossas vidas, nossos lugares e nossos fatos; as histórias pessoais que parecem tão reais, e as fantasias que povoam o mundo e que usamos para moldar nossos anseios, desejos e buscas. Quisemos aprender a contar histórias, e uma história pode ser contada e recontada de diversas formas pois ela está em relação com a verdade que representa, mas não é a verdade em si.
Contar uma história é um ato de vida, um atividade de criação e nisso, como em tudo mais, há um exercício espiritual. Mas não existe experiência mais espiritual que a própria vida.

Com tudo dito, eu colocaria que o círculo do meu Samhian foi ápice de um processo desses dias, sim, mas que o ciclo desse ano em si foi o rito que se fechou em sua execução.

Mais uma vez, grato por toda a ajuda.
Desculpa pelo que ficou para trás, como os contos de cada festival, mas nem tudo sobre isso está perdido.
Abraços.

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Mensagem por Malklord em Sab Maio 09, 2020 6:13 pm

Bom,

Eu não sou são eloquente quanto o moço acima mas de fato este rito foi especial, por uma serie de motivos mas o principal deles foi a presença,
Acredito que este seja o maior legado do Samhain, a barreira entre os mundos é tão fina que qualquer impressão se torna quase física.

Enfim, houve a consagração de uma nova ferramenta e o envio de um presente,
Parabéns aos membros pela execução, produzir e conduzir uma Roda é para poucos e tenho certeza que aprendizados e lições profundas foram colhidas, como os frutos da terra trabalhada ao longo do ano.

Blessed Samhain, blessed Sacred Circle!

Que longos sejam seus dias sobre a terra e que o conhecimento hora vivenciado nunca se perca.

Saudações!

Malklord M.'.I.'.P.'.A.'.

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Mensagem por Neo em Ter Maio 12, 2020 6:25 pm

Nesse último rito tive uma sensação de muita paz e tranquilidade. Tudo isso coincidiu com a solução de problemas que faziam algum tempo q eu estava tentando solucionar dentro do meu desenvolvimento mágico. Sinto que novos desafios começam a apontar no horizonte, mas que dessa vez me sinto plenamente capaz de passar por eles.

Não tive muitas visões ao longo da roda. Na verdade é engraçado como na egrégora celta tenho poucas experiências visuais. Diferente dos rituais q fizemos na egrégora nórdica na qual eu tinha muitas visões, eram tantas que sempre esquecia de algumas na hora de relatar aqui.
No entanto isso não torna a experiência menos enriquecedora. Foi um prazer estar novamente com vcs.

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